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Matheus Magossi Ruiz
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De cabeça, Baltazar foi melhor que Pelé
Corinthians

Oswaldo Silva, ou Baltazar, jogou no Timão entre os anos de 1945 e 1957. Sua alcunha de “Cabecinha de Ouro” não é por acaso, uma vez que dentre os 269 gols que o atacante marcou com o manto alvinegro, 71 desses foram de cabeça. A ele mesmo é atribuída a frase que inspira o título dessa coluna “nunca fui muito bom com os pés. Mas com a cabeça, nem o Pelé foi melhor do que eu”. 

Baltazar, dentre os 12 anos que defendeu o Corinthians, integrou o time nas conquistas de 3 Copas Rio-SP (50, 53 e 54), três Campeonatos Paulistas (51/52 e 54), Torneio Internacional Charles Miller (1955) e a Pequena Taça do Mundo (1954). Na seleção o atacante atuou nas Copas do Mundo de 50 e 54. 

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No fim da vida, Baltazar amargurava a falta de reconhecimento dos clubes em que jogou e acabou criando identidade com a Portuguesa, timo pelo qual nunca jogou. O jogador é muto importante para recordar a importância de sempre recordarmos da História humana do clube, pois sem ela nada somos. O cabecinha de ouro faleceu há 24 anos, em 1997, devido a diversos problemas de saúde. Tem hoje um busto no Parque São Jorge em sua homenagem.